14.11.06

O escuro do obscuro



aerografia sobre lâmina de pvc

9.11.06

estudo para uma tela

sobre o tempo

3.11.06

Velha

Velando o sono
mesmo no outono
sem me render
num eterno aprender
de mãos e vias
ávidas
afiadas e afiladas
uma maconha estragada dentro da noite
da madrugada
esperando pelo sorriso
brilho
tranquilo
aquele que penetra sempre a minha alma
explodindo o amor dentro do peito
sabendo da velhice que nos espera
juntos
balançando eternamente
como juncos
flutuando dentro do tempo
com apenas a certeza de uma amanhã
que será sempre feliz
sabendo do depois de amanhã
AMO VOCÊ!

27.10.06

BRAIN DAMAGE

20.10.06

HUMAN BEHAVIOR

Uma mente
demente
uma semente
descrente
desta dor de dente
sem dente
banguela
na goela
arroela
arruela
moela
panela
branquela
loirinha
prefiro as morenas
a morena
e que morena
nossa!!
a minha morena
pequena
linda
com pequenos sustos
ou surtos
ou curtos
não compridos
nem espremidos
nem nada
nem eu
nem vc
nem ninguém
no vai e vem
uhhh vai e vem é bom
como bombom
come é?
e nem deixa pra mim!
como não
tá trancado
com cadeado
chaveado
trancado
lacrado
tampado

sem titulo -2

do alto vago,
de um universo infinito!
essa prosa promete...
então:
do alto vago,
de um universo infinito!
onde meus pensamentos fluem
e refluem
se confundem
ou de difundem
sem sair nem chegar a um ponto
assim como esta prosa
sem pé nem cabeça
que uma prosa não possui cabeça
nem pé ou mão
ou culhão
sem meter o dedão
que confusão

barcos

Entre, sinta em casa. Pode sentar que ja vou fazer um café, já sei você não gosta do meu café, mas juro que vou caprichar desta vez. Ele é todo seu agora e para sempre, então por favor, veja bem oq vai fazer com ele.

17.10.06

UTEURUBUS



Apenas mais um, neste mar de gente.
A imensa máquina, destruidora da humanidade. Toda a tecnologia de nada irá adiantar. Toda uma sequência de gerações, vagando através da dita modernidade. Vivendo uma vida besta e inútil, saindo do trabalho para casa, ou para um bar, onde todo o final é reproduzir, e morrer.

Usar palavras alheias é a expressão da incapacidade de gerar um pensamento. Mas quando um ser produz um conjunto de palavras que resume tudo aquilo que vem raciocinando, será que ainda assim é falta de capacidade.
Então me torno agora incapaz. Esta música pra mim tem uma força muito grande. Representa nossa vidinha cotidiana. Alimentando a maquina capitalista, sendo mais um. Apenas mais um.

O RAPA

RODO COTIDIANO

Ô Ô Ô Ô Ô my brother

É...
A idéia lá corria solta
Subia a manga amarrotada social
No calor alumínio nem caneta nem papel
E uma idéia fugia
Era o rodo cotidiano

O espaço é curto quase um curral
Na mochila amassada uma quentinha abafada
Meu troco é pouco, é quase nada

Ô Ô Ô Ô Ô my brother

Não se anda por onde gosta
Mas por aqui não tem jeito, todo mundo se encosta
Ela some ela no ralo de gente
Ela é linda mas não tem nome
É comum e é normal

Sou mais um no Brasil da Central
Da minhoca de metal que entorta as ruas
Da minhoca de metal
Como um Concorde apressado cheio de força
Voa, voa mais pesado que o ar
O avião do trabalhador

Ô Ô Ô Ô Ô my brother

O espaço é curto quase um curral
Na mochila amassada uma vidinha abafada
Meu troco é pouco, é quase nada

Não se anda por onde gosta
Mas por aqui não tem jeito, todo mundo se encosta
Ela some ela no ralo de gente
Ela é linda mas não tem nome
É comum e é normal

Sou mais um no Brasil da Central
Da minhoca de metal que entorta as ruas
Da minhoca de metal que entorta as ruas
Como um Concorde apressado cheio de força
Voa, voa mais pesado que o ar
O avião do trabalhador

Ô Ô Ô Ô Ô my brother

11.10.06

Escuro

ESCURO

molho nos olhos, lágrimas de escuridão
dentro da noite
sem um perdão
a poesia da vida
vida e sobrevida
convivida
dividida
divina convivência
que é a arte da paciência
tolerância
adquirida
que gera dependência
me traz de uma demência
no infinito
desta escuridão
...
quem mandou não pagar a luz???
deu nisso...
porra!!!

9.10.06

Desktop

aqui ....
logo abaixo...
existia o soneto da fidelidade, o qual dediquei para a minha então namorada.
Hoje, dia 17/06/08, dando uma geral em todo o blog, vejo que o infinito não durou muito. Também vejo que ainda está por vir aquela que será a última. Fico com muita pena de tirar a foto que aí está, não pela pessoa mas sim pelo trabalho que fiz. Saber que tudo isso foi em vão.

Dói muito saber que no mundo ainda não existe aquela capaz de captar, de apenas receber o sentimento, sem dúvidas, sem receios. Apenas receber, sem cobrar o a mais...

Quem será qeu ainda passará por aqui, 1 ano e 8 meses depois.

Fica aqui um pedido...
Para, se por acaso alguma musa passar por aqui... saiba que estou procurando aquela que será a minha companheira até o fim dos meus dias, e que quando ficar velho, possa tomar meu chá no final da tarde, conversando sobre nossos netos. Uma pessoa que enxergue além da minha casca grossa e rabugenta. Que consiga penetrar minha alma e ser dona de todo meu sentimento! Que não me queira para ela, mas sim compartilhar a sua existência com a minha! Para sermos dois INDIVÍDUOS, únicos, diferentes, imperfeitos. Que dentro desta individualidade, exista a partilha, das emoções. Que me conte como foi seu dia. Dê risada. VIVA INTENSAMENTE junto comigo.Que eu nunca vá dormir brigado com ela, até o fim dos meus dias!!!!


Quanto soneto do vinícius... fica o soneto para você, que me inspirou desde o início, como uma fã,silenciosa, mas sempre presente; como a boa companhia que sempre me foi dentro das tardes. Nunca passando despercebida.


Faço minhas as palavras de Vinícius:


SONETO DA FIDELIDADE

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me preocupe
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive)
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

4.10.06

EGO



ego
cego
nego
nêgo
branco
mulato
cafuso
confuso
difuso
fuso
uso
meu uso
meu próprio uso
próprio
impróprio
proibido
libido

27.9.06

GU - O MAL HUMORADO 002

O RAPA - Minha Alma

26.9.06

GU, O MAU HUMORADO 001

25.9.06

SEM TITULO

Sobre a vidinha humana. Essa coisinha insignificante que nos atormenta. Transeuntes com suas vidas talvez vazias, que saem para ganhar o pão, para roubar o pão, fazer o pão. Pq apenas o pão? pq não um spagueti a bolonhesa?
Seja como for. Pelas janelas de um ônibus fedido a suor, logo pela manhã, fedendo bunda suja, fedendo naftalina. Uma cidade que é o próprio caos. Onde seres vivem mergulhado nisso. Acostumados, Darwin se divertiria ao observar esta adaptação.
Seres de degladiando para entrar em um ônibus. Uma histeria coletiva, divertido de se ver. Moscas que estivessem voando por ali achariam muito engraçado observando esta tragicomédia.
Como Alessandra Nunes ja disse, o caos é inspirador. Relamente Ainda não foi possivel absorver tudo isso.
Feira da Parangaba. Que maravilha, poderia se dizer que é exótico.
Uma lagoa linda, "e poluida", onde alguns pescadores se divertem e depois vendem seus regalos na feira.
Me pergunto: Quem compra?
... e depois da feira?
o lixo.. o fedor..
como o ser humano fede!
Somos um câncer!
A terra seria mto melhor sem nós.
Quem está afim de um suicídio coletivo em proporções globais?
Poderiamos fazer um bem para o planeta.
Deixar a nossa querida terra em paz.
Mas não, não vamos fazer isso. Vamos foder e procriar cada vez mais, entupindo tdo com nossa propagação de DNA. Deixando o lixo para nossos filhos. Um lixo cada vez maior. Lindas praias de esgoto eles terão, mais e mais enxofre no ar.
então vamos fugir para o interior, onde não existe isso. Fugimos e levamos o lixo pra lá.
Maldito o homem que deixou de caçar e plantar pra comer. Se achou superior por "pensar", então deixou outro pra produzir pra ele. Assim um apenas produz para dois, e depois para 3 e para 1000.
E produz para ter dinheiro, muito dinheiro, para comprar seu computador, este que estou usando, usar uma sala com ar condicionado. e produzir toda a MERDA que existe por aí. "Comunicação Visual", leia-se POLUIÇÃO VISUAL. Mas é tão lindo criar.
Já fui hipócrita o suficiente pra falar tudo isso. Agora vou pra minha casa, comprar um spagueti a bolonhesa, numa embalagem de aluminio que ficará na terra poluindo por séculos, e nem me lembrarei disso depois que ela me servir por 30 minutos. E vou comprar água mineral em pet descartável.

21.9.06

HUNTER - Bjork

20.9.06

Viollentamente Feliz

18.9.06

Voe

15.9.06

when you are strange